terça-feira, 29 de maio de 2012
Sobre a esperança cristã
DOCUMENTOS PONTIFÍCIOS 192. Sobre a esperança cristã. Carta encíclica Spe Salvi. Bento XVI. 3. ed. São Paulo: Paulinas, 2008. §24-50.
A carta encíclica do Sumo Pontífice Bento XVI trata da virtude teologal da esperança como caminho da Salvação.
O autor argumenta que a verdadeira fisionomia da esperança cristã é a liberdade e o amor: “Quando alguém experimenta na vida um grande amor, conhece um momento de ‘redenção’ que dá um sentido novo à sua vida” (§26). O aspecto relacional é que dá sentido à vida do ser humano: “Jesus compromete-nos a ser para os outros, mas só na comunhão com ele é que se torna possível sermos verdadeiramente para os outros, para a comunidade [...] Cristo morreu por todos (§28).
O Papa lembra Agostinho, Bispo de Hipona, na África, o qual era de temperamento introvertido, mas que “em virtude da sua esperança prodigalizou-se pelas pessoas simples e pela sua cidade — renunciou à sua nobreza espiritual e pregou e agiu de modo simples para a gente simples” (§29). O critério competente e eficaz de avaliação da evolução do mundo é Deus. “Ele é o fundamento da esperança — não um deus qualquer, mas aquele Deus que possui um rosto humano e que nos amou até o fim [...] Somente o seu amor nos dá a possibilidade de perseverar [...]” (§31). Há dois lugares de aprendizagem da esperança, a saber, a oração. Sobre ela, é citada a experiência do Cardeal Nguyên Van Thuân: “Durante treze anos de prisão, numa situação de desespero aparentemente total, a escuta de Deus, o poder falar-lhe, tornou-se para ele uma força crescente de esperança [...]” (§32). Seu longo caminho de perseverança nas noites escuras, solitárias, fez com que se tornasse testemunha da esperança. Van Thuân contou no seu livro que quando se sentiu incapaz de rezar, se agarrou na oração da Igreja: o Pai-Nosso, a Ave Maria e as orações da Liturgia (§34).
O outro lugar de aprendizagem da esperança é o agir e o sofrer, intrínsecos à existência humana inacabada em sua criaturalidade: “Uma sociedade que não consegue aceitar os que sofrem e não é capaz de contribuir, mediante a compaixão, para fazer com que o sofrimento seja compartilhado [...], é uma sociedade cruel e desumana” (§38). Sobre a perspectiva do juízo como também lugar de aprendizagem da esperança, Bento XVI afirma que “só em conexão com a impossibilidade de a injustiça da história ser a última palavra, é que se torna plenamente convincente a necessidade do retorno de Cristo e da nova vida” (§43). “Um mundo sem Deus é um mundo sem esperança (cf. Ef 2,12). Supõe-se que na maioria dos homens, perdura no mais profundo de seu ser uma abertura para a verdade, para Deus. Quando a opção fundamental concreta da vida se desvia, “porém, aquela é sepultada sob repetidos compromissos com o mal: muita sujeira cobre a pureza, da qual, contudo, permanece a sede e que, apesar de tudo, ressurge sempre de toda abjeção e continua presente na alma” (§46). “O juízo de Deus é esperança quer porque é justiça, quer porque é graça” (§47).
A conclusão é de que ninguém se salva sozinho. A história da Salvação é história do povo de Deus. “A nossa esperança é sempre essencialmente, também esperança para os outros; só assim é verdadeiramente esperança também para mim” (§48). Maria é estrela da esperança, “a consolação de Israel” (Lc 2,25), Aquela que entoou o Magnificat, Mãe dos viandantes, que pelas estradas da vida é “a imagem da futura Igreja, que no seu seio leva a esperança do mundo através dos montes da história” (§50).
Elcione Leite de Paula.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
"Discipulado missionário: do Seminário para um mundo secularizado e pluricultural, à luz do Vaticano II"
II Formise – Formação missionária para seminaristas do Leste 2
Relatório
Abrimos o segundo Formise com uma oração missionária elaborada pelos seminaristas de Guaxupé; esta teve como tema: “A missão é feita com os pés dos que partem... com os joelhos dos que rezam... e com as mãos dos que ajudam”.
Em seguida nos foi proposto uma partilha das nossas experiências missionárias. Foram enfatizadas várias experiências, a saber: em Bragança do Pará; nas Dioceses Irmãs; nas próprias Dioceses, sobretudo, com as Santas Missões Populares (elaborada pelo Pe. Luiz Mosconi), ainda, em Alvinópolis, por fim, em Camarões, dentre outras.
Depois da oração iniciou-se a formação com o Pe. Sávio, coordenador das Pontifícias Obras Missionárias em Brasília, com larga sabedoria nos propôs uma dinâmica, a partir da qual nos fez perceber que o primeiro desafio da missão é nossa própria família. Foi unânime entre os seminaristas que, de fato, as suas famílias estão fragmentadas, ademais, vivem um “proselitismo religioso”, que por sua vez, tem como consequência a desunião entre os protestantes, os católicos e os sem religião.
Pe. Sávio nos alertou que devemos, em primeiro lugar, identificar os valores evangélicos, os quais são universais, destarte, eles são diferentes dos ritos. Assim sendo, foi identificado um grande crescimento de outras igrejas e a Igreja Católica não é mais a única referência nas cidades.
Na atual sociedade vivemos a passagem da homogeneidade para a diversidade religiosa, que por sua feita, propõe uma diversidade de caminhos que, na maioria das vezes, nos levam a vielas sem saída, outrossim, os líderes mais afastam do que atraem.
Nesta perspectiva de diálogo religioso, Pe. Sávio nos chama a atenção que mediante este desafio, devemos nos colocar perante o outro como aquele que serve e quer descobrir a Verdade, a Salvação. Ainda nos foi lembrado que a Salvação é a capacidade de se colocar diante do outro com respeito, o qual produz admiração. Ora, quem admira não mata, acolhe, pois o ato de matar o outro começa em nós mesmos, em nossa mente e em nosso coração. Devemos, portanto, olhar para o outro a partir do que ele pode ser e não do que ele aparenta ser. Neste mesmo movimento de encontro, devemos sempre escutar o que o outro fala de si mesmo, ou seja, não rotulá-lo e isto significa deixar que cada um, na sua diferença, fale de si mesmo. Ademais, mansamente, sem agressividade, saber que eu e o outro somos servos da Verdade, não somos donos dela.
Pensamos onde pisamos, ou seja, pensamos a partir das realidades que vivemos, sejam estas, favelas, aterros sanitários, até as mansões mais sofisticadas. Em cada realidade desta pensamos de uma maneira diferente; o rico pensa na vida eterna, o pobre em meios dignos para viver. Assim, os clérigos, que quase sempre são tratados como privilegiados abandonam a prática da caridade, do serviço e do cuidado.
Ir ao encontro do outro é encontrar-se consigo mesmo, sentencia Pe. Sávio, ou seja, o outro ajuda a me colocar no lugar. “Devemos ir até a outra margem”, nos lembra o Documento de Aparecida, - esta margem é o lugar onde ninguém experimentou ou conheceu o Cristo - para ser nesta realidade a Boa Notícia, encontrar-se com Deus no desconhecido.
Encontramo-nos num mundo pluri, multicultural, nas suas várias dimensões, a saber: religiosa, comunicativa... Que nos impedem de fazer a opção pelo caminho certo. Neste mundo, a saída é o diálogo, pois este é sempre necessário. Devemos ser no mundo condutores de energia, que em comunhão, despertem para um novo amanhecer. O mundo contemporâneo é também tecnológico e outro desafio dos missionários é integrar tecnologia e amor, pois há um avanço tecnológico de um lado, mas fome, guerra, destruição de outro. O sonho deve ser comum e este consiste em tornar o mundo do meu semelhante melhor. Para isto, não devemos jamais desistir do Amor, para que a partir do nosso gesto de amor o mundo pluralista, secularizado e sofredor, seja melhor, tudo para a glória de Deus.
Contudo, nesta sociedade secularizada, na qual a religião não é mais o referencial, os símbolos religiosos estão caindo no esquecimento e dando lugar aos símbolos capitalistas e, tristemente nós estamos caindo nesta ideologia, o presépio não é o símbolo mais importante nas igrejas, mas a árvore de Natal. Esta sociedade faz de Deus um devedor, estamos comprando Deus. Pe. Sávio nos deu dois exemplos, a saber: o charlatanismo e a teologia da prosperidade e ainda nos fez um questionamento, nós também não brincamos com Deus, no sentido que este tem que fazer nossa vontade (magia), sendo que nós é que devemos fazer a vontade de Deus (religião)?
Esta realidade é marcada pelo binômio, dificuldade e oportunidade; as dificuldades são caracterizadas pelas formas de agir, ou seja, agir como se fôssemos donos e não como servos, de não respeitarmos a ação do Espírito que renova todas as coisas. Além disso, atribuir a Deus as causas imediatas de tudo. Em contrapartida, nos apresenta as oportunidades, ou seja, a recusa da imposição da fé de forma hereditária, mas a livre adesão, a maior participação dos leigos, mulheres na vida da Igreja.
Assim sendo, Pe. Sávio nos exorta a inovar nos nossos trabalhos pastorais, criar e recriar modos novos de enfrentar os problemas, não planejar e nem executar com espírito empresarial, mas a partir do Espírito Santo. Para que esta prática seja eficaz e autêntica, é preciso enfrentar o desafio de evangelizar o evangelizador. Para tal feita, nos foi proposto a reflexão dos seguintes pontos: permanecer constantemente destinatário do Evangelho, procurar Cristo onde ele está, ser hóspede, ser solidário nas alegrias e na dor, fazer pensar a partir do anúncio, desmistificar as falsas imagens de Deus, por fim, respeitar a “diversidade eclesial” (At 15, 19).
Devemos dar atenção especial aos pobres, pois o sujo, o caído deve ser o Cristo que me evangeliza. O padre que fala mal dos pobres não tem salvação, é como a mãe que fala mal do filho. Devemos ter amabilidade com os pobres, acompanhá-los nos momentos difíceis e são vários os momentos e estar sempre com os mesmos. Estamos terceirizando a caridade quando pedimos que os paroquianos levem até a igreja 1 kg de alimento não perecível. Então, pedimos que os vicentinos e o Apostolado destribuam para os pobres; uma vez que, a verdadeira caridade é a visita que fazemos aos necessitados. Devemos ser, para isso, pessoas despreendidas, ou seja, abandonar as armaduras, as canoas do passado. A mudança não vem de quem está bem, confortável, mas daqueles que estão sofrendo, daqueles que não tem condições.
Se não mudarmos nossa prática o mundo secularizado vai rir de nós. Porém, se nossa prática for de Cristo eles não irão rir de nós, pois são incapazes de rir do Cristo. Devemos ser missionários a partir de Cristo para o mundo, para a África, a Ásia... Não podemos ser missionários em nossa terra. Temos que ser próximos das pessoas, isto é, nos aproximarmos do caído, do pobre e sujo, porque o próximo é aquele do qual nos aproximamos. Pe. Sávio de forma magistral disse que a parábola do bom samaritano é a autobiografia de Jesus Cristo, é a prática de Jesus, ou seja, o homem caído é a humanidade. As pessoas que olham aquela situação e não fazem nada são as religiões que não mais respondem às necessidades desta humanidade caída, porém, um estrangeiro, ou seja, Jesus se aproxima e levanta, resgatando a humanidade assaltada e ferida. Desse modo, o Cristianismo não é a religião da Palavra, mas da ação, do estar fazendo, da práxis.
Destarte, há na práxis de Jesus e, consequentemente no Cristianismo, assim como nas várias religiões um princípio unificador, ou seja, “faça ao outro o que gostaria que fizesse a ti, ou não faça ao outro o que não queres que façam a ti”. Desse modo, não é difícil um diálogo com as religiões. Todavia, a religião que mais cresce no mundo é a religião do mercado, na qual estão vários cristãos, budistas, islamitas... Aquilo que é próprio da religião estão nos shoppings, isto é, os teólogos, a mensagem, as imagens que não dizem respeito àquilo que, de fato, Deus é.
Para que possamos conhecer realmente a verdade, devemos ler tanto a direita, quanto a esquerda, ou seja, ler Leonardo Boff, mas também ler os teólogos que se enveredam em uma teologia mais institucionalizada como Von Balthazar.
Depois deste momento, no qual, pudemos rever nossa prática, reavaliar se de fato estamos fazendo a experiência de Jesus ou se estamos fazendo a experiência da ideia, de uma projeção que não corresponde àquilo que Jesus é; fizemos um momento Mariano preparado pelos seminaristas da Diocese da Campanha contemplando os Mistérios do terço missionário.
Por fim, realizamos uma partilha entre as Dioceses, testemunhos missionários estes que tiveram como objetivo apresentar os trabalhos realizados pelo COMISE de cada Diocese, uma partilha muito enriquecedora, carregada de mística e vivência profunda de missão, acompanhada dum momento de socialização a fim de celebrar o aniversário de Érica Júlia (coordenadora estadual da Juventude Missionária). Deste modo, encerramos nossas atividades deste primeiro dia, vinte e seis de maio de 2012.
Iniciamos o segundo dia de formação com a Santa Missa, na qual celebramos a Solenidade de Pentecostes, presidida pelo Pe. Sávio. Em seguida, ele reiniciou seu colóquio, que teve como tema a criação do COMISE e seus objetivos. A saber: é função do COMISE, atentar-se para uma formação mais dialogal, ou seja, uma formação que se abra para o mundo e suas dificuldades, tendo em vista a dimensão missionária, para isso, é necessário que saiamos dos muros das faculdades, universidades e, sobretudo, dos muros da Diocese, sem perder o vínculo de Filhos da mesma Diocese. Ainda, é objetivo do COMISE, investir em livros voltados para missão, revistas, entre outros; dedicando-se à missão por toda a vida. Outros objetivos foram elencados, nos lembrando de que o Bispo é o primeiro animador das vocações missionárias da Diocese, ensinando os futuros padres que eles são padres para a Igreja no mundo todo.
Nas atividades pastorais e missionárias propostas pela Diocese, devemos nos atentar para dois aspectos fundamentais, são eles: suscitar nos idosos e doentes e àqueles que sofrem, segundo a orientação do Papa João Paulo II, que a dor daquele que sofre deve ser canalizada, convergida para a missão, assemelhando-se aos missionários que anunciam a Palavra de Jesus para o mundo.
Desse modo, é de responsabilidade do COMISE animar a formação, o espírito missionário e “a espiritualidade apostólica aberta também aos horizontes missionários, onde estão em jogo os grandes destinos da humanidade em vista do plano da redenção”. (Sagrada Congregação dos povos, Formação missionária para seminaristas Diocesanos).
Pe. Sávio inferiu este momento nos convidando e explicando sobre o Congresso Nacional, que será realizado em Palmas (TO). Desse modo, encerramos o II Formise e este segundo dia, cuja data é vinte e sete de maio de 2012.
Elcione Leite de Paula; Saymont Aloízio Resende.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
1 “VIRTUDES PARA O NOSSO TEMPO”
O termo "virtude" (do latim "virtus" que significa força viril) designa o poder de uma coisa para produzir determinados efeitos.
1.1 Indignação
A indignação deixa de ser uma indigna ação ou ação superficial para ser uma virtude ou indignação virtuosa. Jesus nos alertou que “quem se indignar contra o seu irmão, será réu do julgamento.” “Jesus, porém, no Sermão da Montanha, também falou: ‘Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados’” (HORTAL: 94).
Camus dizia que somos a única criatura que não aceita ser o que é: nossa indignação permitiu nossa transformação. Os Napoleões da nossa imaginação são pura ilusão, não são eternos. Eternos são os anônimos que semearam a indignação com seu testemunho de despojamento e amor aos oprimidos. “Gandhi se indignou com a situação de dominação da sua Índia. Resolveu ter uma postura radical [...] Mesmo sendo ele manso e pacífico de coração como era, um arauto da não violência ativa, foi assassinado” (ALENCAR: 100). Gandhi é exemplo de indignação que é um tipo de colesterol bom, que faz com que nos movamos com força para uma rebeldia profética, emblemática. A literatura poética é um sinal de indignação que é um passaporte contra o ócio, a mesmice e o conformismo da desigualdade social, por exemplo.
“Deus vê, ouve, conhece, lembra, se compadece, desce. Ele é atento à sua criatura, se insere na história [...] Deus se revela a Moisés: ‘Eu sou aquele que sou’ [Cf. Ex 3,14]” (PAULA et all: 82). Na Bíblia, o que move o povo de Deus, o que deve mover os discípulos de Cristo não é a luta pelos próprios interesses, mas a aposta na luta pelo direito à vida do outro, um modo de viver mais feliz, saudável, de salvação. “Veja-se o empenho dos grandes profetas e de pessoas simples como Maria, que canta a indignação de Deus ‘que derruba os poderosos’” (ARAGÃO: 108). Indignação é uma virtude que conduz à vitória, à superação, é uma luta que transforma sem produzir vencidos.
A partir das virtudes teologais e das virtudes cardeais, temos as virtudes para o nosso tempo como a indignação e a mansidão.
1.2 Mansidão
“E daqueles que praticam a virtude da delicadeza [ou mansidão, ou doçura, ou suavidade] é dito pelo Mestre no Sermão da Montanha que eles ‘possuirão a terra’ [cf. Mt 5,4]” (BINGEMER: 61).
É preciso ter a mansidão? Sim, ainda que a cólera revolva em desordem o meu coração [...] não deixarei de ser gentil e amável o mais possível; e todas as razões que a natureza me apresentar para descarregar-se, eu as estrangularei, não lhe ouvirei uma sequer” (VIDAL: 186).
“Assim São Francisco de Sales resumia as suas experiências: ‘Bem aventurados os que são doces: possuirão a terra, ou seja, serão os donos dos corações e todas as vontades estarão nas suas mãos’” (VIDAL: 190).
REFERÊNCIAS
ALENCAR, Chico. Indignação. In: YUNES, Eliana; BINGEMER, Maria Clara Lucchetti (Org.). Virtudes. Rio de Janeiro/São Paulo: PUC-Rio/Loyola, 2001, p. 96-101.
ARAGÃO, Gilbraz. Indignação. In: YUNES, Eliana; BINGEMER, Maria Clara Lucchetti (Org.). Virtudes. Rio de Janeiro/São Paulo: PUC-Rio/Loyola, 2001, p.106-109.
BÍBLIA de Jerusalém: nova edição, revista e ampliada. Tradução VV-AA. São Paulo: Paulus, 2008.
BINGEMER, Maria Clara Lucchetti. Delicadeza. YUNES,Eliana; BINGEMER, Maria Clara Lucchetti (Org.). Virtudes. Rio de Janeiro/São Paulo: PUC-Rio/Loyola, 2001, p. 56-68.
HORTAL, Pe. Jesus. Indignação. YUNES, Eliana; BINGEMER, Maria Clara Lucchetti (Org.). Virtudes. Rio de Janeiro/São Paulo: PUC-Rio/Loyola, 2001, p. 92-95.
PAULA, E. L. de; FIORAVANTE, H. ; GARCIA, F. Aliança do Deus Fiel com seu povo infiel. In: WRUBLEVSKI, Sérgio Mário (Editor). Repensar: Revista de Filosofia e Teologia. Nova Iguaçu: Revista do Instituto de Filosofia e Teologia Paulo VI, ano 06, n. 02, p. 82-86, dez. 2010.
VIDAL, Cônego F. As fontes da alegria com São Francisco de Sales. Tradução Pe. A. Macintyre. São Paulo: Loyola, 1978.
Elcione Leite de Paula.
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